BASH BACK - ULTRA VIOLÊNCIA QUEER

          

Título Bash Back - Ultra violência queer
Autor 
Ano 2020
No de páginas 176
Dimensões 12x19cm (brochura)
Peso
ISBN 978-65-86941-22-7
Preço de capa R$ 40,00




Sobre o livro

Como uma rede formal (uma que, digamos, poderia ser nomeada como ré num processo judicial) Bash Back! com certeza está morta. Como adorável terrorista tanto da direita cristã quanto da esquerda queer, é claro que nunca existiu fora de um espetáculo. Como uma tendência teórica, os pressupostos centrais no cerne de Bash Back! continuam a florescer – queer negation, gender mutiny, not yr cister, baedan, filth and glitter, outlaw bodies – muitos receptáculos e máscaras em prol de um compro¬misso invariável e implacável com o que é negativo e rebelde no coração da queeridade. Como conjunto de táticas de gangue, a Bash Back! continua viva, sem dúvida. Mesmo quando fazemos o trabalho de antologia, nossa tarefa é incessantemente proliferada: mais viados abrindo no meio crânios de nazistas, mais queers se rebelando simplesmente pela alegria de se rebelar, outra igreja atacada, ume jornalista desnorteade relatando sobre uma gangue queer particularmente violenta no centrão da cidade. Advogades pra pagar, camaradas preses pra escrever, relacionamentos pra cuidar, amizades pra manter, amantes pra abraçar – de muitas maneiras este tributo por um nome apenas esconde um tesão zumbi que continua pra muitas pessoas envolvidas com o projeto. Por mais que Bash Back! possa ser dada como morta, sua essência prospera além do túmulo; assombrando o mundo hétero. É por isso que dizemos que "Bash Back! está morta" e, ao mesmo tempo, "'bash back' pra sempre!” (CONCLUSÃO -TEGAN EANELLI).

 




Sobre es autories e a seleção dos textos

Publicado em 2011 pela Ardent Press , Queer ultraviolence: Bash Back! anthology  é composto por textos de grupos e pessoas queers anarquistas que atuaram na rede de levantes descentralizados conhecida como Bash Back!. A Antologia foi editada por Fray Baroque e Tegan Eanelli, participantes dos levantes. Na primeira edição, os textos estão organizados em duas partes:“Communiqué   e “Theory and Essays”, divisão que é abolida em outra publicação, de 2013, com o nome  de Queer ultraviolence: abridged Bash Back! anthology . Para a edição brasileira, optamos por traduzir integralmente a parte “Theory and Essays”e a conclusão, escrita por Tegan Eanelli, mantendo a ordem dos ensaios da primeira edição estadunidense.