No Espelho do Passado 

Palestras e Discursos 

1978 - 1990

Ivan Illích 


prefácio : Pe. Julio Lancelloti
tradução: Neto Leão e Nilo Coradini de Freitas 
revisão Gabriel Rath Kolyniak


Durante a década de 1980, Ivan Illich acrescentou outra dimensão ao seu pensamento através do estudo da história medieval. Neste volume, ele pretende demonstrar até que ponto as bases para as instituições que caracterizam o nosso mundo hoje foram lançadas no século XII. Os tópicos centram-se na saúde, habitação, escola, língua e alfabetização, paz e ética.

Sobre o autor: 

Nascido em Viena, Áustria, em 4 de setembro de 1926, Ivan Illich estudou teologia e filosofia em Roma e Salzburgo, tornando-se sacerdote católico. No entanto, ao longo de sua vida, ele desenvolveu perspectivas críticas em relação a diversas instituições sociais, desafiando muitas das normas estabelecidas.

Sua obra mais influente talvez seja "Desescolarização da Sociedade" (1971), na qual Illich argumenta que a institucionalização da educação cria dependência e alienação, em vez de promover a verdadeira aprendizagem. Ele também abordou questões relacionadas à medicina, transporte e tecnologia.

Ao longo de sua carreira, Ivan Illich foi um pensador provocador e polêmico, desafiando as ideias convencionais sobre as instituições sociais e propondo alternativas radicais. Suas ideias continuam a influenciar debates sobre educação, saúde e sociedade, mesmo após sua morte em 2 de dezembro de 2002, em Bremen, Alemanha.

sobre a tradução:

"Esperamos que “No espelho do passado” abra um espaço imaginário que está diante de nós, mas que muitas vezes não conseguimos perceber. Que permita assumir, em vários aspectos da vida, posições em contato com o corpo, pelo resgate da arte de habitar, e a arte de cuidar de si e do outro. Talvez o reencontro com o passado nos surpreenda no presente.”  - Neto Leão e Lino Cordini de Freitas



Este livro é um grito - de dor, de guerra, de liberdade. Em nome de todas as mulheres que não se enquadram, mas também de todos os seres que fogem de estereótipos, Virginie Despentes expõe sua intimidade: de punk a prostituta, de vítima de estupro a cineasta. Sua trajetória serve de disparo para estilhaçar a ditadura da imagem e os preconceitos a ela vinculados. Não à toa, o livro foi um fenômeno na França; ele é, afinal, um manifesto poderoso, ácido e provocante para um novo feminismo. Para Paul B. Preciado, em seu Testojunkie, “V. D. é um ser absolutamente perfeito […]. Convém destacar que existem muitos tipos diferentes de perfeição na pornografia e no feminismo, e que V. D. possui todos esses tipos reunidos e que cada um deles lhe pertence em seu grau máximo”.

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